Você sabe por onde começar a investir?
Como ter mais disciplina e menos ansiedade?
Para investir, primeiro é preciso organizar seu orçamento e começar a poupar seus recursos.
Comece estabelecendo objetivos claros de curto, médio e longo prazos para seus investimentos. O próximo passo é fazer uma planilha com seu orçamento familiar, listando todos os ganhos e os gastos mensais. Uma ideia é classificar as despesas familiares em quatro grupos distintos: A para alimentos, B para gastos básicos, C para despesas contornáveis e D para aqueles que são dispensáveis.
Com todas as despesas organizadas, é hora de definir quanto você pode e quer poupar por mês. O ideal é que a parcela reservada para seus investimentos seja algo entre 10% e 20% dos seus ganhos mensais.
Para conseguir reservar esse dinheiro, trate-o como se fosse um aluguel a pagar: poupe já no começo do mês e separe essa quantia do resto do orçamento.
Se deixar para separar a quantia só no final do mês, o mais provável é que já não tenha o dinheiro e, aí, não conseguirá poupar nunca.
Para começar a investir a partir do momento em que já estiver poupando, aplique no mais simples: a caderneta de poupança. Essa aplicação rende 6% ao ano, mais a TR (Taxa Referencial, que está em torno de 0,10% a 0,20% ao mês).
Mais tarde, quando você conseguir juntar um volume maior de recursos, será a hora de pensar em outras formas de aplicação. Para conter a ansiedade por rendimentos, é preciso analisar bem as condições de cada modalidade de aplicação antes de optar por alguma delas.
Ações, por exemplo, são investimentos de longo prazo e ideais para quem não precisa do dinheiro imediatamente e pode deixá-lo aplicado por alguns anos, atenuando os efeitos das oscilações naturais do mercado financeiro.
(Fonte: Folhapress)
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