O dólar subiu; e agora?
1 - O dólar vai voltar a cair ou deve subir mais?
É impossível prever. Mas empresários e instituições financeiras estimam que as cotações terminarão o ano mais próximas de R$ 1,65. Até lá, segundo analistas, dificilmente retornariam ao nível de R$ 1,50 e as chances de atingirem R$ 2 são pequenas.
2 - Como deve agir quem pretende viajar?
Ir comprando divisas aos poucos. O turista pode adquirir a cada mês, por exemplo, um terço dos valores que deseja juntar. É bom que o viajante acompanhe as notícias. Deixar para a última hora, na expectativa de conseguir preço melhor, também não é indicado: além da possibilidade de pegar o pico dos valores, na correria não dá para pesquisar direito.
3 - Vou para a Argentina ou Europa. A tendência também é de alta?
Sim. O real está perdendo valor ante as moedas destes países. Aí as recomendações são iguais às dadas para quem precisa comprar dólar.
4 - Acabo de voltar de viagem do exterior, e fiz muitas despesas no cartão de crédito. Existe alguma maneira de minimizar o prejuízo com a alta do dólar?
A cotação do dólar usada na conversão desses gastos é a do dia do fechamento da fatura. Portanto, pode ser que até esse momento os valores recuem um pouco. Ocorre, ainda, um ajuste posterior considerando o preço da moeda no dia do pagamento. Não compensa pagar só o mínimo, esperando que o dólar abaixe porque os juros do cartão são altos.
5 - Quem ainda vai viajar deve preferir comprar moeda em espécie, usar cartão pré-pago ou cartão de crédito no exterior?
Em tempos de incerteza, uma ideia para o turista é, no seu planejamento, distribuir os gastos mais equanimemente entre a cotação atual da moeda (espécie e pré-pago) e a futura (cartão de crédito).
(Fonte: Folhapress)
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