Desempenho dos Investimentos do Fusanprev julho/11
O plano de benefícios FusanPrev obteve em julho uma rentabilidade em sua carteira de investimentos consolidada de -0,03%.
Apresentamos a seguir a composição da carteira de investimentos e a rentabilidade dos ativos do FusanPrev, bem como o desempenho de alguns indicadores de mercado, referente ao mês de julho, no acumulado do ano de 2011, em 12, 24 meses e desde o início do plano em 2001.
Investimentos – Composição Da Carteira
Valor Total dos Recursos Investidos Em 29/07/2011: R$ 746 milhões
Rentabilidade
*O segmento de Investimentos Estruturados foi criado a partir da Resolução CMN nº 3.792, de 24/09/2009, portanto não há histórico em 24 meses e desde 2001.
Cenário Econômico
O desordenado cenário externo seguiu impondo fortes perdas aos mercados de ações em todo o mundo durante o mês de julho. As bolsas de valores chegaram a exibir um pequeno alívio no início do mês, logo após a aprovação do pacote de ajuda à Grécia. Após muitas discussões, a União Européia e o FMI anunciaram uma nova ajuda de 159 bilhões de euros para os gregos, com extensão do prazo de pagamento e redução dos juros incidentes sobre o valor da ajuda. Além disso, as autoridades também mencionaram a possibilidade de utilização de recursos do Fundo de Estabilização Europeu caso outros países da região necessitem de ajuda. No entanto, as incertezas relacionadas ao aumento do limite legal de endividamento dos EUA voltaram a pressionar os índices acionários, que apresentaram os piores desempenhos do ano até o momento. O principal destaque negativo do período foi o baixo crescimento do PIB dos EUA, que avançou 1,3% no 2º trimestre do ano (base anual). Do lado positivo, alguns resultados corporativos do 2º trimestre surpreenderam, com receitas e lucros superiores às projeções dos analistas. Destaque para as empresas de tecnologia. Algumas empresas, no entanto, anunciaram demissões e revisão de suas perspectivas para o 2º semestre. O Ibovespa voltou a amargar acentuadas perdas, novamente maiores do que as registradas nos mercados dos EUA e da Europa. O índice desabou 5,74% e encerrou o mês de julho aos 58.823 pontos.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a taxa básica de juros em 0,25 pontos percentuais para 12,50% ao ano, em decisão unânime, sem viés e em linha com as expectativas do mercado.
O turbulento cenário externo diante das incertezas relacionadas à dívida e ao rating dos EUA fez com que a moeda norte-americana perdesse valor em relação às demais. O governo brasileiro voltou a ditar novas medidas de combate à valorização do real, o dólar seguiu em queda e atingiu seu menor patamar desde 1999. A taxa comercial do dólar encerrou o mês de julho cotada a R$ 1,5563, uma desvalorização de 0,31% em relação ao fechamento de junho.
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